Biografia

Mauro Albert, guitarrista, compositor e pesquisador, gravou 4 álbuns com composições autorais dedicados ao jazz manouche, ou jazz cigano. Considerado pela crítica especializada como um dos principais nomes do estilo no Brasil. Desde 2014 é artista do selo Hot Club Records com sede em Oslo, Noruega. Referência no ensino do estilo no Brasil, realiza workshops e aulas para alunos de diversas partes do país e América Latina. Como colaborador da revista Guitar Player escreveu lições dedicada ao jazz cigano, pioneira no Brasil. 

Iniciou sua trajetória na cidade de São Paulo como guitarrista no início da década de 90, tocou com a banda Katsbarnéa em 1994 no ano seguinte fez uma tour por casas do japão com a banda Cristal Waters. Em 1998 lança seu primeiro album instrumental com uma fusão de rock, jazz word music, "Inside". Nesse mesmo ano despertou o interesse pela música de fronteira e viola caipira. Instrumento qual se dedicou por 10 anos resultando em uma carreira com quatro álbuns instrumentais com musicas autorais com a fusão da viola caipira ao jazz, tango, musica de fonteira e outros estilos distintos, foi premiado duas vezes pela Academia de Cultura do Paraná.

 

Desde 2009  dedica se integralmente ao jazz manouche, estudando e pesquisando o estilo, nessa busca conheceu o guitarrista francês Louis Plessier, que conviveu por 40 anos com parentes de Django Reinhardt. Albert e Plessier tiveram uma especial sintonia musical, que deu origem o duo "Drom Manouche" que viajou em tour por cidades brasileiras apresentando o concerto "Encontro de gerações" o jazz manouche franco brasileiro. Em 2013 gravaram o álbum "Droms Manouche" e infelizmente antes do início da tour de lançamento Plessier ficou com a saúde debilitada vindo a falecer no inicio de 2014. 


Mauro Albert lançou em 2013 seu primeiro álbum dedicado ao jazz cigano: "Jazz Manouche Brasil" com onze composições autorais que misturam o jazz cigano a ritmos da América do Sul e outras influências, o álbum chamou a atenção do produtor-guitarrista Jon Larsen e foi lançado pelo selo Hot Club Records, abrindo as portas para o jazz manouche brasileiro na Europa. Suas composições foram lançadas na coletânea "Django Festival 7 e 10"ao lado de grandes nomes do jazz manouche.  

Em 2014 apresentou no SESC INSTRUMENTAL BRASIL, Mauro Albert - Droms Manouche, o concerto foi o embrião para o álbum "Optchá", lançado em 2016  tem nove composições e sua maioria dedicadas a  memória ao amigo e mestre Louis Plessier. 

Com o guitarrista italiano Dario Napoli Lançou gravou os álbuns "Exchange Gypsy Jazz"em 2015 e "Alive" [dvd] em 2017 ainda não lançado oficialmente.

Em 2019 a pedido da família de Louis Plessier produziu e gravou o álbum "La musique toujours vivante de Louis Plessier".